Gratidão e Reconstrução: Ángel Correa dedica vitória por 3 a 2 do River Plate a Coudet
Após o suado triunfo por 3 a 2 sobre o Banfield no Torneo Clausura, atacante destacou a importância de Eduardo Coudet em sua carreira e revelou conselho de Leonardo Ponzio.
Ángel Correa dedica triunfo por 3 a 2 do River Plate a Chacho Coudet
Atacante ressalta papel do ex-treinador em sua chegada ao clube e desabafa após classificação escapar no torneio continental
Há noites em que a bola rola com o peso da alma. Em um duelo emocionante válido pela 7ª rodada do Grupo B do Torneo Clausura 2026, o River Plate superou o Banfield pelo placar de 3 a 2. Contudo, o grande protagonista dos bastidores foi o sentimento de gratidão que ecoou após o apito final nas palavras de Ángel Correa.
Ainda sob a ferida aberta da recente eliminação na Copa — revés que resultou no desligamento do técnico Eduardo "Chacho" Coudet —, o elenco do Millonario precisava responder em campo. Em entrevista concedida à ESPN logo após o apito final, Correa abriu o coração sobre o momento delicado do grupo e a importância vital do triunfo por 3 a 2.
Reconstrução e o legado de Coudet
Apesar da ausência de Coudet no banco de reservas, a presença do treinador ainda foi sentida no gramado. Correa revelou que Leonardo Ponzio instruiu o elenco a manter os pontos positivos que vinham sendo construídos sob a batuta de Chacho.
O atacante admitiu que o processo de adaptação tem sido gradativo, já que não realizou a pré-temporada completa ao lado de seus companheiros devido ao momento em que desembarcou no clube. No entanto, fez questão de ressaltar que a base deste River carrega a assinatura do comandante que partiu.
"Quero agradecer ao Chacho, pois foi ele quem montou esta equipe e hoje não está aqui conosco. Esta vitória é dedicada a ele, que certamente deve estar passando por um momento difícil. Graças a ele estou defendendo esta camisa hoje." — Ángel Correa, atacante do River Plate
Autocrítica e olhar para o futuro
Com a honestidade de quem sente o peso da camisa, Correa expressou um leve remorso por não ter conseguido mudar o destino da equipe no compromisso continental anterior, ressaltando a imprevisibilidade do futebol.
Ao fim, a vitória por 3 a 2 diante do Banfield serve como o primeiro tijolo na reconstrução do River Plate na temporada, provando que, mesmo nos momentos de transição, a força da camisa millonaria e a união do grupo permanecem inabaláveis.
Compartilhar esta notícia
💬 Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar esta notícia!
📰 Notícias Relacionadas
Na Bombonera, Boca defende a invencibilidade dos clássicos de 2026 e River aposta na redenção de um ano amargo
Instituto recebe o Riestra em Córdoba com os playoffs já garantidos e a liderança da Zona A em jogo