Clássico Rosarino: Homenagem a Messi encontra o eco de Di María no Gigante de Arroyito
No minuto 10 do clássico entre Rosario Central e Newell's, o tributo a Lionel Messi por sua aposentadoria da Albiceleste foi recebido com reações mistas e um cântico em honra a Ángel Di María.
Clássico Rosarino: Homenagem a Messi encontra o eco de Di María no Gigante de Arroyito
O tributo ao ídolo da Albiceleste no minuto 10 evidenciou a rivalidade e o carinho local por suas próprias lendas.
O futebol rosarino, movido por uma paixão que beira o místico, viveu um momento de singularidade durante o clássico entre Rosario Central e Newell's. Aos 10 minutos do primeiro tempo, o árbitro Yael Falcon Pérez interrompeu o duelo para prestar uma homenagem a Lionel Messi, que recentemente confirmou sua despedida da Seleção Argentina aos 39 anos, após a campanha no Mundial de 2026.
Entre a rivalidade e o reconhecimento
O Gigante de Arroyito, palco de tantas batalhas, reagiu de forma heterogênea. Enquanto o telão exibia imagens do astro, aplausos misturaram-se a vaias, reflexo direto da histórica ligação de Messi com o Newell's, clube onde deu seus primeiros passos. Para o torcedor do Central, o momento foi uma oportunidade de reafirmar sua própria identidade e devoção por outro ídolo máximo da nação: Ángel Di María.
O grito de "Fideo, Fideo" ecoou pelas arquibancadas como uma resposta imediata e apaixonada. Di María, presente e atento à homenagem, acompanhou o tributo com respeito, aplaudindo o gesto dedicado ao seu companheiro de longa trajetória na Seleção Argentina, com quem conquistou a glória eterna no Mundial de 2022 e nas edições da Copa América.
"O minuto 10 no Gigante de Arroyito não foi apenas uma pausa técnica, mas um espelho da alma rosarina, dividida entre o respeito ao gênio e o orgulho por seus filhos pródigos."
Enquanto os jogadores do Newell's ostentavam um emblema especial em suas camisas em honra a Messi, o estádio fervilhava com a dualidade de sentimentos. A homenagem, que se tornou um padrão em todos os jogos do futebol argentino após o anúncio da aposentadoria de La Pulga, encontrou em Rosario um ambiente carregado de simbolismos, onde o futebol é, acima de tudo, uma questão de pertença.
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