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O dia em que o sonho ganhou nome: Enzo Pérez relembra sua chegada ao River Plate

Ídolo millonario, o volante Enzo Pérez compartilha a emoção indescritível de vestir a camisa do clube do coração pela primeira vez em 2017.

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Por Redação FutebolArgentino
📅 10/09/2026 ⏱ 22:30
Ídolos Millonarios

O dia em que o sonho ganhou nome: Enzo Pérez relembra sua chegada ao River

O volante abriu o coração sobre a emoção de vestir a camisa que sempre amou e o peso de cada momento em Núñez.

10 de setembro de 2026 · Redação futebolargentino.com.br

Para muitos jogadores, a assinatura de um contrato é apenas um protocolo burocrático. Para Enzo Pérez, em meados de 2017, aquele momento representava a materialização de um desejo de infância. Ao trocar o futebol europeu pela paixão de vestir as cores do River Plate, o volante não apenas reforçou o elenco de Marcelo Gallardo, mas iniciou uma trajetória que o levaria ao patamar de lenda do clube.

O instante da revelação

Em entrevista recente, o jogador, hoje no Deportivo Maipú, confessou que a verdadeira emoção não veio no momento da assinatura do contrato com D'Onofrio, mas sim ao entrar no vestiário e ver, pela primeira vez, a camisa do River com seu sobrenome estampado às costas. Foi ali que a ficha caiu: o torcedor havia se tornado protagonista.

"Caminhar pelo vestiário, pelo túnel, viver tudo isso foi dizer: 'eu fiz, eu consegui'. Ver a camisa do River, o escudo, saber que você ia vesti-la e ver meu sobrenome ali atrás, isso foi o que mais me comoveu."— Enzo Pérez

Aquele mercado de transferências de 2017 foi emblemático para o Millonario, trazendo nomes como Javier Pinola, Germán Lux, Nacho Scocco, além dos jovens Marcelo Saracchi, Nicolás de la Cruz e Rafa Santos Borré. Enzo, contudo, trazia consigo uma conexão emocional única, que o sustentaria por seis anos e meio de glórias, incluindo a inesquecível conquista da Libertadores em 2018.


A trajetória de Enzo no clube foi marcada por lealdade. Em 2021, mesmo diante de propostas lucrativas do futebol turco, o volante optou por permanecer em Núñez, movido pelo amor ao escudo e pela confiança mútua com o treinador Marcelo Gallardo. Ao todo, foram 241 partidas, 10 títulos e momentos que desafiaram a lógica, como sua icônica atuação como goleiro.

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