A eterna dinastia de Messi: craque chega à 17ª indicação à Bola de Ouro e se aproxima de marca histórica
Aos 39 anos e atuando no Inter Miami, o astro argentino volta a figurar entre os 30 finalistas do prêmio da France Football e fica a apenas uma nomeação do recorde de Cristiano Ronaldo.
Lenda Sem Fim: Lionel Messi alcança 17ª indicação à Bola de Ouro
Aos 39 anos, o genial camisa 10 argentino retorna ao seleto grupo de finalistas da France Football
Mesmo quando as cortinas parecem ensaiar o encerramento de uma era, a genialidade insiste em renovar seus votos com a história. Lionel Messi voltou a ter seu nome gravado na lista dos 30 indicados à Bola de Ouro, cobiçada honraria concedida anualmente pela prestigiada revista France Football para eleger o melhor jogador do mundo. A nomeação marca o regresso do craque após dois anos de ausência, reafirmando sua presença na aristocracia do futebol global.
Aos 39 anos e vestindo a camisa do Inter Miami na MLS — em um cenário distante dos holofotes tradicionais da Europa —, o rosarino celebra a incrível marca de 17 nomeações ao longo de sua trajetória esportiva. Desde a sua estreia entre os indicados, em 2006, o astro transformou a constante presença nas premiações em um hábito quase poético.
O cerco ao topo do ranking de nomeações
Com a 17ª indicação, Messi coloca-se a apenas um degrau de igualar o recorde histórico de Cristiano Ronaldo, que lidera essa estatística com 18 nomeações. Na presente edição, contudo, o atacante português ficou fora do grupo dos 30 postulantes, abrindo margem para que o argentino encoste na liderança de lembranças da premiação.
Reconhecimento após momento marcante
A nomeação ganha ainda mais peso simbólico por ocorrer logo após o camisa 10 ter anunciado, na semana passada, sua aposentadoria da Seleção Argentina. O gesto encerrou um capítulo glorioso com a camisa albiceleste, mas o impacto de suas atuações continua a ressoar nos gramados mundiais.
O rol de indicados ao prêmio de melhor jogador de 2026 também contempla outros expoentes do futebol contemporâneo, a exemplo de Kvicha Kvaratskhelia, atualmente no Paris Saint-Germain. Ainda assim, a figura de Messi se destaca pela raridade com que atravessa gerações sem perder a relevância técnica.
"Aos 39 anos e atuando fora do continente europeu, o gênio rosarino demonstra que o talento verdadeiro desafia o tempo e desconhece qualquer fronteira." — Análise da Redação
Compartilhar esta notícia
💬 Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar esta notícia!