O último baile em casa: um ano da despedida oficial de Messi no Monumental
Há exatos 365 dias, o Monumental testemunhava a última exibição oficial de Lionel Messi com a camisa da Seleção Argentina em solo nacional.
O último baile em casa: um ano da despedida oficial de Messi no Monumental
Em uma noite de 3 a 0 sobre a Venezuela, o capitão argentino encerrou sua trajetória oficial em solo pátrio com um doblete inesquecível.
O tempo corre veloz, mas a memória de uma noite mágica permanece cristalina. Exatamente um ano atrás, em 4 de setembro de 2025, o Estádio Monumental foi palco de uma despedida que transcendeu o futebol. A Argentina, já garantida no Mundial 2026, recebia a Venezuela pelas Eliminatórias, mas o placar de 3 a 0 era apenas o pano de fundo para o "último baile" de Lionel Messi em solo argentino.
O estádio, pulsante e lotado, respirava uma atmosfera de reverência. Desde o aquecimento, quando o capitão foi flagrado com os olhos marejados diante do carinho ensurdecedor da torcida, ficou evidente que aquela não seria uma partida comum. A conexão entre o craque e o público atingiu seu ápice quando a bola rolou.
Uma exibição de gala
Dentro das quatro linhas, a sinergia foi total. Messi não apenas comandou o jogo, mas brilhou em parceria com Franco Mastantuono, que fazia sua estreia como titular. Aos 38 minutos da etapa inicial, o camisa 10 desenhou uma obra de arte ao encobrir o goleiro adversário com uma cavadinha precisa, inaugurando o marcador.
No segundo tempo, a orquestra comandada por Lionel Scaloni não diminuiu o ritmo. Lautaro Martínez ampliou aos 31 minutos, e, para fechar a conta aos 35, Messi aproveitou uma assistência de Thiago Almada para marcar seu segundo gol na noite, selando o 3 a 0 definitivo. Foi a despedida perfeita: gols, vitória e a reverência de um país aos pés do seu maior ídolo.
"Me passaram muitas emoções, sabendo que era o último aqui pelos pontos. Vivi muitas coisas nesta cancha. É sempre uma alegria jogar na Argentina, diante da nossa gente."— Lionel Messi, pós-jogo em 2025
Ao apito final, sob fogos de artifício e o nome do craque ecoando nas arquibancadas, o sentimento era de gratidão. Messi resumiu sua trajetória, destacando a felicidade de ter alcançado o carinho pleno de seu povo após anos de questionamentos. Hoje, um ano depois, a saudade da "Pulga" com a camisa celeste e branca em gramados argentinos segue latente no coração de cada torcedor.
Compartilhar esta notícia
💬 Comentários (0)
Seja o primeiro a comentar esta notícia!
📰 Notícias Relacionadas
Na Bombonera, Boca defende a invencibilidade dos clássicos de 2026 e River aposta na redenção de um ano amargo
Instituto recebe o Riestra em Córdoba com os playoffs já garantidos e a liderança da Zona A em jogo