Polêmica no Dellagiovanna: Tello ignora VAR e mantém 0 a 0 entre Tigre e Barracas Central
Em confronto tenso pela sétima rodada do Torneo Clausura, Tigre e Barracas Central não saíram do 0 a 0. A arbitragem de Facundo Tello roubou a cena ao recusar marcação de pênalti recomendada pelo VAR.
Polêmica no Dellagiovanna: Tello ignora VAR e mantém 0 a 0 entre Tigre e Barracas Central
Matador esbarra em ferrolho tático, não sai do zero e vê arbitragem protagonizar lance crucial no apagar das luzes
Sob o calor de Victoria e o fervor das arquibancadas do Estadio José Dellagiovanna, a bola rolou em uma noite de luta e poucas brechas táticas. Pela sétima rodada da Zona B do Torneo Clausura 2026, Tigre e Barracas Central protagonizaram um duelo travado que culminou no placar zerado de 0 a 0. O resultado levou o Matador aos 12 pontos, impedindo a aproximação decisiva ao líder Argentinos Juniors, enquanto o Guapo mostrou garras defensivas e incomodou nas poucas estocadas que teve.
O choque na área e a divergência com a tecnologia
Quando a partida caminhava para seu suspiro final, a temperatura do confronto atingiu o ponto de ebulição. Aos 37 minutos do segundo tempo, em uma cobrança de escanteio a favor do Barracas Central, a grande área virou palco de uma disputa acirrada: Nahuel Banegas segurou visivelmente a camisa de Jhonatan Candia durante o posicionamento para a jogada.
De pronto, o árbitro Facundo Tello mandou o jogo seguir. Contudo, na sala de vídeo, Fabrizio Llobet identificou gravidade no lance e recomendou a revisão na cabine beira-campo. Tello caminhou até o monitor, analisou a repetição das imagens sob extrema tensão e tomou uma decisão firme: desconsiderou o chamado do VAR e manteve a marcação original.
Respostas no vestiário do Matador
A determinação da arbitragem gerou opiniões e desabafos no lado do Tigre. O defensor Alan Barrionuevo endossou a postura de Tello, encarando o lance com a naturalidade do contato físico futebolístico. Já o jovem Valentín Moreno adotou tom mais cauteloso, ressaltando a serenidade do grupo diante da jogada controversa.
Pelo lado da comissão técnica, Diego Dabove preferiu focar a análise na complexidade de encarar a estrutura defensiva montada pelo adversário, admitindo que sua equipe pecou na articulação das jogadas de ataque.
blockquote>"Não foi uma noite tão fina com a bola porque eles se moviam rápido. São rivais que em geral nos complicam, é matéria a melhorar de cara ao futuro."— Diego Dabove, técnico do TigreCompartilhar esta notícia
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