Impasse nos bastidores: Protesto do Vélez contra o Boca por excesso de estrangeiros chega à AFA
O Tribunal de Disciplina da AFA analisa a denúncia do Fortín sobre a inscrição irregular de seis jogadores estrangeiros pelo Xeneize na Copa Argentina; desfecho segue incerto.
O duelo que não terminou: Vélez aciona AFA contra Boca por erro administrativo
O tribunal de disciplina analisa a inclusão de seis estrangeiros na súmula do Xeneize; o desfecho promete ser um capítulo longo.
A Copa Argentina, palco de emoções intensas e reviravoltas, ganhou um capítulo extra fora das quatro linhas. O confronto das oitavas de final entre Boca Juniors e Vélez Sarsfield, que já havia sido disputado no gramado, mudou-se para as mesas da Associação do Futebol Argentino (AFA). O Vélez oficializou nesta segunda-feira um protesto formal contra o clube Xeneize, contestando a inclusão de seis atletas estrangeiros na súmula da partida, número que excede o limite estipulado pelo regulamento.
O cerne da disputa
A controvérsia gira em torno da lista enviada pelo Boca, que contou com os nomes de Álvaro Montero, Leandro Lozano, Sebastián Villa, Carlos Palacios, Enner Valencia e Ángel Romero. Destes, Montero, Lozano e Villa iniciaram o duelo como titulares, enquanto Valencia e Palacios foram acionados durante o decorrer do jogo. Ángel Romero, embora presente na relação oficial, permaneceu no banco de reservas durante todo o tempo regulamentar.
"Não vejo que possa prosperar, porque o sexto não jogou; de ter jogado, seria distinto. A jurisprudência aponta que os pontos se ganham em campo, salvo uma catástrofe, e não por um mero erro administrativo."— Fonte ligada à AFA sobre a tendência do caso
A expectativa é que o Boca Juniors alegue um erro de natureza administrativa, argumentando que a presença do sexto estrangeiro na súmula não conferiu vantagem desportiva, visto que o atleta não participou efetivamente da partida. A defesa xeneize deve seguir a linha já mencionada pelo treinador Arruabarrena em coletiva pós-jogo, minimizando o impacto do equívoco burocrático. Enquanto o Tribunal de Disciplina não profere sua sentença, o futebol argentino observa atentamente, aguardando para saber se o critério esportivo prevalecerá sobre a letra fria do regulamento.
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