Liga Profissional

O declínio alviceleste: Racing amarga a lanterna e vive crise de identidade

Em um momento crítico, o Racing ocupa a última posição na tabela, levantando questionamentos sobre a gestão de Diego Milito e a falta de espírito competitivo da equipe.

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Por Redação FutebolArgentino
📅 14/09/2026 ⏱ 18:31
Análise · Futebol Argentino

O declínio alviceleste: Racing amarga a lanterna e vive crise de identidade

A equipe de Avellaneda, antes vista como potência, encontra-se estagnada na última colocação e sob intensa pressão política.

14 de setembro de 2026 · Redação futebolargentino.com.br

O Racing Club atravessa um período de turbulência que parece não ter fim. O que outrora era uma instituição que se aproximava do patamar de gigantes como Boca Juniors e River Plate, hoje enfrenta uma realidade melancólica: a última colocação em sua zona. Com apenas cinco pontos conquistados em 27 disputados, a equipe de Avellaneda exibe um nível de jogo mediano que frustra as expectativas criadas pelo atual projeto presidencial.


Balanço da Rodada

Nesta segunda-feira, ao revisarmos o balanço do fim de semana, a situação do Racing se torna ainda mais evidente. Enquanto outros clubes lutam por posições de destaque, o conjunto alviceleste parece entregue. O desempenho recente, marcado pela falta de combatividade vista contra o Huracán, coloca em xeque o trabalho do técnico Vojvoda, que, apesar de manter uma proposta de jogo lúcida em breves momentos, não consegue imprimir a resiliência necessária para reverter o cenário.

Ponto Crítico: A aposta excessiva na Copa Argentina, vista por muitos como uma tentativa de salvar a temporada, mascara a fragilidade estrutural e técnica do elenco atual.

O discurso de Milito sob escrutínio

A gestão de Diego Milito enfrenta um momento de desgaste. O presidente, que outrora prometeu um salto de qualidade, hoje minimiza as críticas da imprensa, tratando os problemas do clube como meras especulações. No entanto, a tabela de classificação não deixa margem para interpretações otimistas: ser o trigésimo de trinta clubes é um peso que o torcedor carrega com indignação.

O futuro do clube é visto com pessimismo, não apenas pelo presente esportivo, mas pela falta de ativos de peso no elenco que possam garantir uma renovação imediata. A promessa de uma "mudança cultural" soa distante para quem vê o clube estagnado na parte inferior da tabela, rivalizando em números com equipes de menor expressão.

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