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River Plate e AFA: A tensão política atinge novos patamares em 2026

Em um cenário de constantes atritos, o presidente Stefano Di Carlo reforça a postura do River Plate contra a gestão de Claudio Tapia na AFA, citando animosidade e divergências de valores.

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Por Redação FutebolArgentino
📅 19/09/2026 ⏱ 00:31
Política · AFA

River Plate e AFA: A tensão política atinge novos patamares em 2026

Em um cenário de constantes atritos, o presidente Stefano Di Carlo reforça a postura do River Plate contra a gestão de Claudio Tapia na AFA.

19 de setembro de 2026 · Redação futebolargentino.com.br

A relação entre o River Plate e a Associação do Futebol Argentino (AFA) atravessa um de seus momentos mais delicados. O que antes eram divergências pontuais transformou-se em um distanciamento institucional profundo, marcado por declarações contundentes e uma crise de confiança que parece longe de um desfecho.


O desabafo de Stefano Di Carlo

Durante a última reunião da Comissão Diretiva, realizada no Monumental, o presidente Stefano Di Carlo não poupou críticas à gestão de Claudio Tapia. O mandatário do clube foi enfático ao afirmar que a AFA, sob a atual presidência, demonstra uma "animosidade" clara contra o River Plate. Para a direção do clube, a política do "acordar internamente" tornou-se insustentável quando colide com os valores que a instituição defende.

Contexto: O River Plate não participa das reuniões do Comitê Executivo desde março de 2026, mantendo apenas um vínculo institucional básico.

Di Carlo argumentou que não se pode esperar benevolência de quem não compartilha da mesma visão de integridade. O debate abrange desde o formato do torneio local até a condução da arbitragem, que o clube considera ter sido desfavorável em momentos cruciais da temporada, citando lances em jogos contra Barracas Central e Tigre.


Os próximos passos

A dúvida que paira sobre o futebol argentino é se o River Plate marcará presença na próxima Assembleia Geral Ordinária, em outubro. Embora o contato institucional ainda ocorra via Ignacio Villarroel, o distanciamento político é evidente. A postura do Millonario reflete um desejo de romper com a cultura de "conveniência" que, segundo seus dirigentes, domina os corredores da Viamonte.

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