O calvário do Ciclón: San Lorenzo amarga marca histórica negativa em clássicos
Com apenas uma vitória nos últimos 28 clássicos contra rivais, o San Lorenzo vive um momento alarmante. A derrota recente para o Boca Juniors expõe a fragilidade do time de Boedo em confrontos de peso.
O calvário do Ciclón: San Lorenzo amarga marca histórica negativa em clássicos
Com apenas uma vitória nos últimos 28 jogos contra rivais, a equipe de Boedo vive uma crise de identidade em confrontos diretos.
O orgulho de Boedo atravessa um momento de desolação. A recente derrota por 2 a 1 para o Boca Juniors, no Estádio Pedro Bidegain, não foi apenas mais um revés estatístico; foi a confirmação de uma tendência que assombra o torcedor do San Lorenzo: a incapacidade de se impor nos clássicos. Em um recorte de 28 partidas contra os gigantes do futebol argentino — Boca, River, Racing, Independiente e Huracán — o Ciclón coleciona 16 empates, 11 derrotas e apenas um triunfo solitário.
O peso da ausência de vitórias
A única alegria recente do torcedor azulgrana remonta a março do ano passado, quando a equipe superou o Racing por 3 a 2 no Nuevo Gasómetro, em um duelo eletrizante marcado pelos gols de Malcom Braida e Jaime Peralta. Desde aquela tarde, o silêncio tomou conta dos clássicos: são doze partidas sem saber o que é vencer. O cenário de 2026 é ainda mais crítico, com derrotas para Huracán, Boca e Independiente, além de empates frustrantes que impediram o clube de subir na tabela.
Nesta segunda-feira, ao olharmos para o balanço da rodada, fica evidente que o futebol argentino não perdoa a falta de consistência. Enquanto os rivais buscam consolidar posições, o San Lorenzo se vê preso a um ciclo de mediocridade em confrontos de peso, distanciando-se do protagonismo que sua história exige.
"Será questão de tempo para que o Gallego logre imprimir sua ideia ao time e assim reverter a situação."— Redação sobre a expectativa em torno de Rubén Darío Insúa
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